Conversa desamparada

Moacir, desamparado, disse assim à fulana:  

Logo você que sempre perde as estribeiras quando o assunto se trata de algo que usted vê pela lente racional e, não por acaso, sempre sofre com tal assunto. .... ......   ...... . . . ..... ... perdi a vontade de escrever, juro. Eu so quero ficar aqui parado, quietinho no meu canto, enjoying minha angustia, minha semi vida. Não estou afim de.....  . . ... denovo: perdi a vontade de escrever, juro. A essa altura afundei-me num monte de areia movediça, mas ainda respiro. E penso. E sinto. E estou consciente... mas, sinceramente, não sei se essa foi a melhor escolha que deus mideu; minha função agora, no momento, é respirar, apenas.

"Moacir, onde estão suas forças?", perguntou fulana.

Força é
o que se faz ao fechar os olhos quando põe-se a chorar. Faz possível a lágrima voltar, quase, como quem     enguia o vômito num enterro ao ver os pobres vermezinhos decompondo o rosto alheio quem tanto
amava.